Cinco homens são presos em operação contra grupo que oferecia documentos falsos e estornos ilegais no interior de SP

Operação contra grupo que oferecia documentos falsos e estornos ilegais prende cinco homens no interior de SP Divulgação/Polícia Civil Cinco homens foram p...

Cinco homens são presos em operação contra grupo que oferecia documentos falsos e estornos ilegais no interior de SP
Cinco homens são presos em operação contra grupo que oferecia documentos falsos e estornos ilegais no interior de SP (Foto: Reprodução)

Operação contra grupo que oferecia documentos falsos e estornos ilegais prende cinco homens no interior de SP Divulgação/Polícia Civil Cinco homens foram presos nesta terça-feira (7) durante uma operação da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Americana (SP) contra um grupo criminoso que oferecia documentos falsos e estornos ilegais de compras feitas com cartões. A operação, denominada “Chargeback”, ocorreu em Americana, Cosmópolis (SP) e Artur Nogueira (SP). Dos detidos, um foi localizado em Artur Nogueira e quatro em Cosmópolis. Segundo a DIG, para movimentar o dinheiro, os suspeitos usavam contas e chaves Pix de terceiros, fracionando os valores e dificultando o rastreamento das transações ilícitas — entenda abaixo. As fraudes podem ter tido alcance nacional. Foram apreendidos celulares, documentos, arquivos digitais, anotações com nomes e CPFs, além de dinheiro em espécie. Os presos foram levados à Cadeia Pública de Sumaré (SP) e passarão por audiência de custódia. Qual era o modus operandi? O esquema funcionava de forma organizada: os suspeitos ofereciam pela internet documentos falsos — como atestados médicos, diplomas, históricos escolares e certificados — e também serviços de chargeback fraudulento, ou seja, estorno ilegal de compras feitas com cartões bancários. De acordo com a Polícia Civil, para movimentar o dinheiro obtido, usavam contas e chaves Pix de terceiros, fracionando os valores para dificultar o rastreamento. Ainda segundo a Polícia Civil, a investigação começou após a identificação de irregularidades em transações bancárias e em estornos. Parte dessas fraudes era movimentada em contas abertas na instituição financeira Nubank. O g1 entrou em contato com o Nubank, mas não recebeu resposta até a última atualização desta matéria. Agora no g1 VÍDEOS: Tudo sobre Campinas e região Veja mais notícias sobre a região na página do g1 Campinas